Epilepsia, sintomas, causas, quais são os tipos

Basicamente, a epilepsia é uma doença neurológica crônica. Caracterizada por uma descarga elétrica cerebral desorganizada que se propaga por regiões do cérebro. São várias as causas, assim como suas formas de manifestação. Aqui, falaremos um pouquinho sobre esse assunto, ao qual ainda se há muito o que descobrir, aprender e divulgar.

Ainda tratada como certo tabu, a epilepsia vem conquistando gradativamente seu espaço, no que diz respeito a  convivência e aceitação da doença, não só por parte da comunidade em si, mas também dos próprios epilépticos, que são cerca de 1% da população mundial.

Dentre os principais sintomas estão: inconsciência, agitação de determinados membros, incômodos auditivos, olfativos e visuais, comportamento estático e vários diferentes tipos de desconfortos, dependentes dos tipos e causas das crises.

O diagnóstico é realizado por observações dos sintomas e através de exames como o  EEG (eletroencefalograma) e neuroimagem.

Os tipos de crises podem ser:

  • Parciais: sinais indevidos emitidos a apenas uma das partes do cérebro.
  • Generalizadas: atinge os dois hemisférios cerebrais.

     Os sintomas se diferenciam de acordo com cada caso, há diferentes tipos de caracterização para as crises, como:

- Parciais simples: manifesta-se diferentes tipos de desconfortos, como estomacais, descontrole em determinados membros do corpo, medo repentino e entre outros.

 - Parciais complexas: além de sensações e reações diversas no organismo, o indivíduo, sofre de inconsciência.             

- Tônico-clônicas: o epiléptico, após desmaiar, enrijece o corpo, seguido de rigidez e trepidações dos membros.   

Em todos os casos de crise, é preciso amparar a pessoa durante, para que ela não se machuque, a retirando de locais de risco, perto de objetos perigosos, colocando-a em posição confortável, assim como a auxiliar, quando em seu término, devido certa confusão mental causada e possível constrangimento.

Caso as crises persistam por mais de 6 minutos, deve-se encaminhar o epiléptico a um atendimento médico, além de maiores agravamentos observados.

São diferentes os motivos de causa  da epilepsia, como hemorragias cerebrais, convulsões frequentes (cuja doença é denominada criptogênica),  traumas no parto, tumores, abusos de drogas e álcool, genética, meningites, encefalites, asfixias e outras.

Pessoas portadoras da doença, que estejam em fase de tratamento, devem evitar dirigir, nadar, ingerir drogas e bebidas alcoólicas, assim como praticar qualquer atividade que possa colocar ela e outras pessoas em risco.

Apesar de determinadas restrições os epilépticos devem ao máximo, manter uma vida agradável, fazendo o que gosta e agindo como tantas outras pessoas. Além é claro do apoio de quem os rodeiam amparando-os, mas evitando  super-protege-los.

Se o indivíduo ausentar de crise por cerca de dois anos, pode-se dizer que ele esteja curado, porém o acompanhamento médico tem que ser contínuo, seguindo todas as recomendações necessárias, para que o quadro se mantenha.

Dentre vários endereços virtuais, cujo o conteúdo sobre epilepsia é muito abrangente, está o

http://www.epilepsia.org.br

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Sobre Júnior Lenny

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